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Associação Brasileira de Imprensa Abril 7, 2008

Posted by loscarrj in cultura.
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Hoje, 7 de abril de 2008, comemora-se o aniversário de 100 anos da ABI, idealizada por Gustavo Lacerda. Seu principal objetivo era assegurar à classe jornalística os direitos assistenciais e tornar-se um centro poderoso de ação. Segundo o próprio Lacerda, a Associação deveria ser um campo neutro em que se pudessem abrigar todos os trabalhadores da imprensa. 

 Numa pequena sala na sobreloja do imóvel onde funcionava a Caixa Beneficente dos Empregados do jornal O Paíz, Lacerda se reunia a outros colegas de redação para discutir sobre a instituição de classe que pretendiam fundar. Gustavo de Lacerda, Mário Galvão e Amorim Júnior foram incumbidos da elaboração do primeiro projeto de estatuto da ABI. A partir daí a história se fez.

A ABI jamais deixou de cumprir os objetivos que a originaram, mas se adaptou ao longo do tempo. Seus estatutos foram ajustados às diversas situações socioeconômicas da indústria jornalística. Como disse em 1969 um ex-presidente da Casa, Fernando Segismundo, “além das finalidades fundamentais, a associação deve interpretar o pensamento, as aspirações, os reclamos, a expressão cultural e cívica de nossa imprensa; preservar a dignidade profissional dos jornalistas — e não apenas a de seus sócios; acautelar os interesses da classe; estimular entre os jornalistas o sentimento de defesa do patrimônio cultural e material da Pátria; realçar a atuação da imprensa nos fatos da nossa história; e colaborar em tudo que diga respeito ao desenvolvimento intelectual do País”.

Atualmente, a diretoria da ABI está nas mãos de Maurício Azêdo, eleito com quase 60% dos votos, derrotando duas chapas adversárias. Obedecendo ao estatuto da instituição, o novo Presidente tomou posse administrativa em 13 de maio de 2004, data primitivamente comemorativa do Dia Nacional da Imprensa. Após algum tempo, ela foi alterada para 1º de junho, dia em que o Correio Braziliense começou a circular e quando Azêdo e a nova Diretoria assumiram seus cargos em posse solene.

Muitas vezes agindo certo, outras não, a ABI deu os rumos da Imprensa brasileira, ajudando ela a chegar no que temos hoje. Se o saldo é positivo ou negativo fica a critério de cada um. Eu como profissional formado em Jornalismo presto aqui minha homenagem a este grande orgão, patrimônio do povo brasileiro. Parabéns ABI.

fonte: www.abi.org.br

A queda da propaganda Abril 7, 2008

Posted by loscarrj in cultura.
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Remando contra a maré. Assim podemos qualificar o livro A queda da Propaganda – da mídia paga à mídia espôntanea, de Al Ries e Laura Ries. Em um mundo ditado pela propaganda, onde todos dizem que ela é a alma do negócio, o casal Ries tenta passar seu ponto de vista contrariando toda e qualquer teoria vista nas salas de aula dos estudantes de Publicidade e Propaganda.

Em primeiro lugar eles diferenciam Publicidade da Propaganda. Em linhas gerais publicidade seria a divulgação orientada, mas sem o cunho comercial, colocando publicidade quase como uma função de Relações Públicas. Já a propaganda é tratada como uma comunicação persuasiva de cunho comercial. A partir daí eles baseiam todo o seu trabalho.

Em resumo o que eles afirmam seria o seguinte: a propaganda não construi marcas, a publicidade sim. A propaganda só pode manter as marcas que foram criadas pela publicidade, ou seja para lançar um produto ou marca, gerando credibilidade para o consumidor primeiro deve investir na publicidade (um trabalho de assessoria de imprensa em conjunto com relações públicas) e a seguir, a partir do momento em que o seu produto já tenha um nome, um respeito no mercado, veicular propagandas para defender seu nome.

Livro de leitura fácil, onde não é preciso ser nenhum expert do assunto para poder entendê-lo. A única coisa que pode complicar um pouco é que os exemplos são todos de casos americanos, alguns do nosso conhecimento outros não, mas nada quem impeça de ingterpretar corretamente a mensagem do livro.

De qualquer forma, aceitando ou não as teorias que lá estão, o livro se torna uma leitura muito interessante, quase que obrigatória para aqueles ques estudam ou trabalham com esse mercado. è sempre bom ouvirmos o outro lado, nem que sirva de comparação para termso certeza das nossas atitudes. Esse eu aconselho.