14 anos sem Senna Maio 1, 2008
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Neste mesmo 1º de maio, há 14 anos, perdiamos um dos nossos maiores ícones no esporte: Ayrton Senna. O tricampeão mundial de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991, que havia largado na pole position do GP de San Marino, em Imola, sofreu uma quebra na barra de direção de seu carro e passou reto a mais de 300km/h na curva Tamburello. Ele bateu com seu Williams no muro de proteção. Sua morte foi confirmada horas depois, no Hospital Maggiore, em Bolonha (Itália).
Títulos na Fórmula 1: 3 em 1988, 1990, 1991 (todos com McLaren-Honda)
Vitórias: 41
Pole positions: 65
Pontos: 614
GPs disputados: 161
GPs finalizados: 105
Pódios: 80
Voltas na liderança: 2.987
Quilômetros na liderança: 13.676
Total de voltas percorridas: 8.219
Total de quilômetros percorridos: 37.934
Largadas na primeira fila: 87
Vitórias com pole position: 29
Vitórias de ponta a ponta: 19
Voltas mais rápidas: 19
Máximo de poles conseguidas em uma só temporada: 13 (em 1988 e 1989)
Pole positions consecutivas: 8, nos seguintes GPs: Espanha, Austrália, Brasil, San Marino, Mônaco, México e EUA (1988 ) e Brasil (1989)
História do Dia do Trabalhador Maio 1, 2008
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O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1 de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, Portugal assim como em muitos outros países. No Brasil também chamado Dia do Trabalho, para que ironize-se que no Dia do Trabalho não se trabalha. O correto é Dia do Trabalhador.
Em 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiram que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
No Brasil, até o início da Era Vargas (1930-1945), certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituíssem um grupo político muito forte, dada a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PTB) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casas próprias e similares. Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo.
Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:
- Austrália: A data de celebração varia de acordo com a região: 4 de Março na Austrália Ocidental, 11 de Março no estado de Vitória, 6 de Maio em Queensland e Território do Norte e 7 de Outubro em Canberra, Nova Gales do Sul (Sydney) e na Austrália Meridional.
- Estados Unidos da América: Celebram o Labor Day na primeira segunda-feira de Setembro
Indagações Maio 1, 2008
Posted by loscarrj in Brasil.Tags: flamengo, fluminense, joel santana, renato gaúcho, retranca, taça libertadores da américa, time defensivo
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Há algum tempo uma parte da torcida do Fluminense questiona o trabalho do técnico Renato Gaúcho, colocando-o como culpado das derrotas nos dois turnos do Campeonato Carioca, e a conseqüente eliminação da grande final do campeonato. Não faço parte desta turma, acho que dentro de suas limitações, o que é inquestionável devido a ainda ser um treinador “verde”, tem feito um bom trabalho. Porém ao assistir a partida de hoje, válida pelas oitavas de final da Taça Libertadores da América, começo a questionar seu posicionamento em relação a alguns acontecimentos da partida.
Tudo bem, o tricolor ganhou por 2×1, mas o resultado se não é uma enganação, pois o time do Atlético Nacional – COL é fraco, foi causado por uma preguiça e retranca incrível. Aos vinte minutos do primeiro tempo, o goleiro do time colombiano foi expulso pelo penalti que cometeu sobre Júnior César. A partir daí, ao invés do time crescer, a impressão que deu foi que o Flu se acorvadou e achou que o resultado estava de bom tamanho. No começo do segundo tempo o Nacional empatou e por pouco não empatou. Sem comentar também que temos um goleiro onde cada chute é uma emoção, mas isso não vem ao caso agora. O que me assustou foi o fato de Renato estando com um jogador a mais, enfrentando um adverário bem mais frágil, recuou mais ainda a equipe colocando Maurício, um volante, no lugar do Thiago Neves, isso antes dos 20 minutos do segundo tempo. O time naturalmente começou a ser pressionado e por pouco não conseguiu a virada. Com Dodô no banco, que mesmo estando sem ritmo de jogo, estava com sede de jogar, ai só entra aos 35 do segundo tempo e no lugar do Conca, único meia da equipe e autor do segundo gol. Sinceramente não entendi o Renato neste jogo. Não havia explicações para segurar um resultado que poderia ser bem melhor. Não precisava ir desesperado ao ataque, mas com certeza não precisava ser tão defensivo.
Todos falam que o Joel Santana é retranqueiro, porém o que se tem visto nos últimos jogos foi que o time sempre vai bem com suas substituições ofensivas. Pode até começar com um time cheio de volantes, no entanto ao decorrer do jogo mexe certo e na hora que tem que ser. Hoje não foi diferente, e na partida contra o América do México, por sinal um adversário bem fraco, o Fla chegou a vitória por 4×2, sendo 3 gols no segundo tempo e dois deles de jogadores que vieram do banco.
Não quero jogar nenhuma praga, mas jogando assim, na retranca, Renato Gaúcho não vai muito longe nessa Libertadores, ainda mais que seu time tem bons jogadores ofensivos. Abre o olho Renato.