Os Trapalhões Junho 12, 2008
Posted by loscarrj in Brasil.Tags: Antônio Carlos Bernardes Gomes, dedé, dedé e didi juntos, dedé volta a trabalhar com didi, dedé volta para Rede Globo, didi, Manfried Sant’anna, Mauro Faccio Gonçalves, morte de mussum, morte de zacarias, mussum, os adoráveis trapalhões, os trapalhões, renato aragão, separação dos trapalhões, vídeos dos trapalhões, zacarias
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Ao ler a notícia de que Dedé e Didi voltariam a fazer parceria, uma certa nostalgia tomou conta de mim. Quantas gargalhadas os dois, junto com Mussum e Zacarias, no eterno “Os Trapalhões”, tiraram de milhares de pessoas, inclusive eu. Penso que um dos maiores prejuízos dos mais jovens é não conhecer nem ter tido oportunidade de assistir um episódio sequer deste grande humorístico.
A história deles é antiga. Estreou em 1966 na antiga TV Excelsior de São Paulo com o nome Os Adoráveis Trapalhões. Seus primeiros integrantes eram: o galã Wanderley Cardoso, o diplomata Ivon Cury, o estourado Ted Boy Marino e os palhaços Renato Aragão e Manfried Sant’anna, mais conhecidos como Didi Mocó e Dedé Santana respectivamente. Wanderley, Ivon e Ted deram lugar a Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum e Mauro Faccio Gonçalves, o Zacarias, formando o grupo que mais tarde se tornaria um dos quadros mais famosos da televisão brasileira. O programa ainda passou pelas Tvs Record e Tupi (onde passaram a se chamar Os Trapalhões), antes de chegar a Rede Globo, em 1977.
A partir daí o céu era o limite. Contando ainda com outros atores que ajudava o quarteto em suas trapalhadas, tais como Tião Macalé (que imortalizou o bordão “Ih! Nojento!“), Jorge Lafond (que satirizava os homossexuais), Emil Rached (o gigante atrapalhado de 2,23m), Carlos Kurt (o alemão de olhos esbugalhados e sempre mau-humorado), Felipe Levy, Roberto Guilherme (o Sargento Pincel), foram se consolidando como o grande programa humorístico da sua década. O sucesso era tão grande que suas palhaçadas não se resumiam apenas ao programa da tv. Discos, revistas em quadrinho, livros, bonecos e principakmente filmes.
O primeiro filme dos Trapalhões foi realizado em 1965 e contava apenas com a dupla Didi e Dedé. Com a formação clássica (que contava ainda com Mussum e Zacarias) foram realizados 23 filmes do perído de 1978 a 1990. Mais de 120 milhões de pessoas já viram filmes dos Trapalhões, sendo que sete filmes estão na lista dos dez mais vistos da história do cinema nacional brasileiro.
A sintonia dos quatro era tão grande que com a morte de Zacarias, em 1990, as coisas começaram a desandar. Didi, Dedé e Mussum ainda tentavam segurar as rédeas. Mas com o falecimento de Mussum, em 1994, não teve jeito, o grupo teve de ser desfeito. Muito se fala sobre uma briga entre Didi e Dedé. Renato Aragão é frequentemente criticado por não prestar auxílio aos familiares dos seus antigos colegas, que passam necessidade. Em 1998, a família de Mussum entrou com processo na Justiça contra Renato, pelo direito do artista de dispor dos direitos autorais sobre a obra. Com a família do trapalhão Mauro Gonçalves, o Zacarias, a acusação é diretamente contra a Globo. Em um processo movido em 1998, os familiares do humorista reividincam uma indenização e o pagamento dos direitos autorais do artista pelas retransmissões do programa Os Trapalhões, entre 1995 e 1998. Segundo o processo, no caso de reapresentação do programa, está claro no contrato que o artista teria de receber da Globo 10% do que lhe foi pago pelo mesmo tempo de trabalho.
O fato é que Didi e Dedé seguiram rumos diferentes. Os dois continuaram na televisão, fazendo o que melhor sabem: trazer alegfria para as pessoas. No entanto, esse é o típico caso de que o sucesso depende do conjunto, e eles jamais foram a mesma coisa. Por isso que esse reencontro me deixa feliz demais. É como se eu retornasse à uma fase que parecia tão distante. Os dois juntos novamente dá uma sensação de que Os Trapalhões são eternos. E são!



Que saudade do programa dos trapalhões todos domingos a noite,sinto muita falta do mussum e do zacarias sem eles perdeu a graça.
realmente sem o zacarias e sem o mussum não tem graça. sera que o didi ajuda a familia do zacarias e do mussum. eu gosto do dedé porque ele é umilde …….gosto do didi tambem mais ele tem que mudar ser mais simples..